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Classificação Fiscal na Reforma Tributária: o que muda, os novos riscos e por que sua empresa precisa de apoio especializado agora

Classificação Fiscal na Reforma Tributária: o que muda, os novos riscos e por que sua empresa precisa de apoio especializado agora

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A classificação fiscal nunca foi tão decisiva para a saúde tributária das empresas quanto é agora. Com a chegada da Reforma Tributária e a inclusão de novas regras envolvendo IBS, CBS, GTIN e validações mais rigorosas nas notas fiscais, qualquer erro na definição de NCM, CST ou cClassTrib pode gerar impactos diretos na operação — desde rejeições de documentos até autuações de alto valor.

Afinal, a tributação brasileira está migrando para um modelo mais simples na teoria, porém muito mais dependente de dados corretos e coerentes. Isso significa que o enquadramento fiscal dos produtos passa a ser um dos principais pontos de atenção na rotina das empresas.

O que é, afinal, a classificação fiscal?

É o processo que identifica o produto por meio da NCM (código de oito dígitos), definindo sua composição, uso e características técnicas. A partir dela, se determina toda a lógica tributária da operação: impostos aplicáveis, tratamentos especiais, exigências de órgãos anuentes e regras de importação/exportação.

Soma-se a isso a CST e a cClassTrib, que complementam a tributação e garantem que a nota fiscal represente corretamente cada situação — algo essencial durante o período de transição do atual modelo para IBS e CBS.

Por que esse processo ficou mais crítico com a Reforma?

Porque produtos beneficiados com alíquota zero ou redução — como alimentos, medicamentos, dispositivos médicos e insumos agropecuários — passam a exigir obrigatoriamente o GTIN validado no Cadastro Centralizado. Qualquer divergência entre NCM, GTIN e descrição pode travar a emissão da nota ou gerar inconsistências fiscais difíceis (e caras) de corrigir depois.

Além disso, erros de classificação podem resultar em:

• tributação maior do que o necessário,
• perda de benefícios fiscais,
• riscos de autuações, multas de até 1% do valor aduaneiro (no caso de importações),
• bloqueio ou retenção de mercadorias,
• inconsistências contábeis e fiscais,
• e aumento da fiscalização sobre a empresa.

Em resumo: classificar errado custa caro. Classificar certo traz segurança e economia.

Por que contar com um acompanhamento especializado?

A complexidade das regras e a velocidade das mudanças exigem revisão técnica, atualização constante e análise individualizada de cada produto. Empresas que fazem essa revisão agora entram no novo modelo tributário com mais segurança e sem risco de surpresa desagradável nas validações eletrônicas.

Um suporte especializado garante:

• enquadramento adequado de NCM, CST e cClassTrib,
• validação correta do GTIN,
• prevenção de multas e inconsistências,
• alinhamento do cadastro de produtos aos novos requisitos da Reforma Tributária,
• redução de riscos e otimização de créditos tributários.

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