Com o avanço da Reforma Tributária, muitos empresários se perguntam: o Simples Nacional vai ficar mais caro?
A resposta é: depende da sua atividade e de como o seu negócio se adaptará às novas regras.
O regime do Simples Nacional continua garantido e mantido. No entanto, o novo sistema de impostos traz mudanças que impactam diretamente os custos, a apuração e a competitividade das empresas.
O que muda para as empresas do Simples?
1. Sistema de Créditos Tributários
No novo modelo (IBS e CBS), empresas fora do Simples geram créditos integrais de imposto para seus clientes. No Simples, você poderá escolher entre:
• Permanecer no modelo atual (DAS unificado): Continua com o recolhimento simplificado, mas transfere menos créditos para seus clientes PJ.
• Recolher o IBS/CBS por fora (Regime Regular): Gera créditos integrais para seus clientes, mantendo o Simples apenas para IR, CSLL e folha.
Atenção: Se você vende para outras empresas (B2B), não gerar créditos integrais pode fazer seus clientes buscarem outros fornecedores, exigindo ajustes na sua margem de lucro.
2. Impacto por Setor
• Comércio e Indústria: Precisarão reavaliar a margem de vendas B2B e a cadeia de compras.
• Serviços: Para quem vende direto ao consumidor final (B2C), o Simples tende a continuar vantajoso, mas o impacto varia conforme a atividade.
Esperar as mudanças acontecerem pode sair caro
Deixar para entender as novas regras na última hora pode prejudicar seu caixa. Avaliar os impactos com antecedência permite:
• Ajustar a precificação de produtos e serviços;
• Definir a melhor opção de recolhimento tributário;
• Manter a competitividade do seu negócio.
Prepare a sua empresa para o novo cenário
A Reforma Tributária exige estratégia. Entre em contato com a Teixeira Contabilidade e descubra como essas mudanças afetam o seu negócio e quais estratégias farão a diferença na sua empresa.